Skip to main content
Category

Carta Eletrônica

#Partiu 20-30
Orgulho de ser Santa Adélia: lideranças se reúnem para debater o planejamento para a próxima década

By Carta Eletrônica

Encerrando uma safra com resultados expressivos e com recordes de produtividade, a Usina Santa Adélia reuniu no dia 11 de dezembro 130 líderes, dentre eles diretores, gerentes, supervisores e coordenadores para engajamento do Planejamento Estratégico que vai direcionar os esforços da organização nos próximos 10 anos.

O planejamento é o senso de direção para que a empresa cumpra sua missão de produzir alimentos agroindustriais e energia de fontes renováveis, com padrões rigorosos de qualidade e de sustentabilidade. O Planejamento Estratégico identifica objetivos, táticas e metas que permitem à empresa mensurar seu desempenho para alcançar os objetivos. Auxilia os administradores no processo de decisão.

A mensagem do evento foi clara: os gestores devem reservar em suas agendas tempo para disseminar e acompanhar o cumprimento da estratégia traçada junto aos colaboradores. Reservando tempo para corrigir desvios e colocar o avião USA na rota definida para atingir o destino, a aspiração. Assim, o time saberá o destino e à medida que o percurso for trilhado, as pessoas serão reconhecidas por seu engajamento. Como resultado, os funcionários sentirão orgulho em pertencer a empresa que sabe onde quer chegar e que acima de tudo Valoriza a Operação para Atingir Resultados.

Foco

A empresa avança para a filosofia Lean, e, recentemente foi reconhecida por um veículo da mídia especializada no setor sucroenergético como uma “Usina quase Japonesa pela gestão focada na redução dos sete desperdícios (super-produção, tempo de espera, transporte, excesso de processamento, inventário, movimento e defeitos).
O foco está mesmo na produtividade do canavial e na eliminação de desperdícios, e na conquista de menores custos de produção. Os gestores da Usina Santa Adélia reconhecem que, eliminando esses desperdícios, a qualidade melhora e o tempo e custo de produção diminuem. As ferramentas “lean” incluem processos contínuos de análise (kaizen), produção kanban e adoção de processos à prova de falhas. Um trabalho realizado por pessoas com orgulho de pertencer à organização.

Diretor Superintendente destaca espírito de pioneirismo dos fundadores da empresa

A Usina Santa Adélia está no restrito grupo de empresas brasileiras com mais de 80 anos de vida. No Brasil, apenas 1% das empresas tem mais de 70 anos de vida e somente 150 empresas chegaram aos cem anos.

A companhia completou 82 anos nesta safra e para o Diretor Superintendente da Usina Santa Adélia, Norberto Bellodi, o pioneirismo e o desejo de empreender dos fundadores, seus bisavôs, que chegaram ao Brasil vindos da Itália em 1.891 para trabalhar na agricultura. Esse impulso foi determinante para a longa história de sucesso da empresa.

“Começamos produzindo em nossa primeira safra 1.290 Unicops e nesta safra produzimos 15 milhões. Temos uma família USA que persiste no objetivo de produzir. Que cada pessoa possa ter sua estratégia de vida construída junto com a Usina Santa Adélia, estratégias de vida profissional e pessoal conectadas”, disse na abertura do evento.

“É preciso ter Ética e Integridade em todos os nossos mundos”, destaca Presidente do Conselho de Administração
A integridade e a ética são valores fundamentais para a Usina Santa Adélia. São pilares que nos orientam e que determinam nossas relações internas e externas, nos fazem honrar compromissos assumidos, independentemente de seus custos. O presidente do Conselho de Administração da empresa, professor José Paschoal Rosseti fez uma palestra engajando as lideranças da importância desse comportamento.

Professor Rosseti baseou sua fala nos conceitos da filosofia clássica e também utilizou exemplos da vida cotidiana para ilustrar a escolha pela ética. Defendeu o berço familiar como elemento determinante da construção da conduta ética de cada indivíduo: “é no berço que a ética deixa de ser abstrata e passa a ser uma construção que, dia a dia, terá valor concreto, semelhante ao de um alicerce. Os elementos desse alicerce serão lições advertências, repreensões e, principalmente exemplos. Tudo que se construirá em seguida poderá ser mantido ou modificado, mas em uma construção o mais difícil é destruir o alicerce, especialmente se esse alicerce for profundo e robusto”, afirmou.

Ética e integridade

Em todos os mundos que vivemos: privado, familiar, escolar, das relações sociais, do trabalho, dos negócios, das entidades de classe, econômico, político, das crenças, das ideologias e até no mundo institucional, das leis é preciso agir com ética e integridade. “A integridade ética é plena se atender à totalidade dos muitos mundos em que interagimos, é uma construção e também uma escolha consciente”, alertou o professor Rosseti.

O palestrante salientou o valor estratégico da ética no mundo dos negócios, como alma e DNA do caráter de uma empresa: “É contagiante, agrega valor, gera riquezas. Estende-se às cadeias de fornecedores e aos quadros funcionais da empresa do topo ao “chão de fábrica” e transfere-se para os produtos finais gerados. Gera confiabilidade, credibilidade, é percebida pelos clientes finais. Atua como ensinamentos e exemplos que são sintetizados em códigos corporativos de conduta. Justifica as consequências das transgressões às regras do jogo e cria as condições para a perpetuidade do negócio”, finalizou.

Os valores norteiam os comportamentos de todos os que atuam na empresa.
Os hábitos garantem a execução da estratégia empresarial e refletem seus valores e precisam ser vividos todos os dias.

Eliminar desperdícios: compromisso de todos

Sustentar padrões de excelência na execução dos processos gerenciais e produtivos é uma condição essencial para que a Usina Santa Adélia mantenha operações competitivas e com retornos crescentes. A gerente de Excelência Empresarial e Suprimentos, Edmara Marques Rodrigues da Silva; o gerente de Manutenção Automotiva Samuel Christian Ferreira Barros e o Gerente de Planejamento e Tecnologia Agrícola, Sergio de Paula Eduardo e o gerente Industrial da Usina Santa Adélia Pereira Barreto, Helton Carlos de Oliveira, falaram sobre o Valor da Excelência Empresarial.

Eliminar os desperdícios é:

  • Reconhecer quem faz
  • Estimular a experimentação
  • Ver e agir
  • Permitir o erro
  • Estimular a atuação nos problemas
  • Eliminar a cultura do medo
  • Aprender a enxergar

A Segurança como valor: “é preciso escolher entre a disciplina e o arrependimento”

Cuidar genuinamente é um dos hábitos centrais que fundamentam o Planejamento Estratégico 2020-2030 da Usina Santa Adélia. Garantir condições de segurança no trabalho, assumindo que os esforços produtivos estejam sustentados a padrões rigorosos de respeito a saúde e vida das pessoas, que são os bens maiores da empresa, lideranças e liderados, expressa a Segurança do Trabalho como um valor para a empresa.

Os gerentes Paulo C. Rocha Costa Pimenta, de SSMA; Sandro Rogerio de Souza, de Produtividade Agrícola; Carlos Soldi, da Tecnologia da Informação e Marcelo Galbiati, do Departamento Jurídico falaram sobre o engajamento com a Segurança do Trabalho.

“Nos aspectos relacionados à saúde e segurança, todos cuidam de todos. Em primeiro lugar, eu cuido de mim mesmo. Antes de realizar uma atividade, paro, penso e prossigo com segurança. Eu cuido do outro, tenho coragem, ao identificar uma situação insegura, abordo a pessoa e salvo uma vida. Mas eu também me deixo cuidar, permitindo que a preocupação demonstrada pelo outro supere minhas convicções”.

A Sustentabilidade é um valor expresso no Planejamento Estratégico

Criar e compartilhar valor para acionistas, sociedade atendendo às dimensões econômica, social e ambiental. Quatro hábitos sustentam o valor da Sustentabilidade: o interesse genuíno pelas pessoas, o cuidado com o meio ambiente em todas as suas ações, o cultivo de relacionamentos duradouros com a comunidade, com clientes e fornecedores e o pensar sobre o valor dos hábitos adotados. A apresentação foi realizada por Sibeli Amália Rangel, gerente Industrial de Jaboticabal; por Denilson Ferreira Da Silva, gerente de Relacionamento com o Fornecedor; por Tiago Marcelo Novaes, gerente de Controladoria e a gerente de Recursos Humanos, Ana Dulce de Souza Nunes.

Um dia muito especial

“Hoje é um dia mais do que especial. Estamos trabalhando pelo nosso futuro, há muito tempo estamos falando que precisamos ser Lean, eliminando desperdícios para aumentar a produtividade, reduzir despesas e otimizar a utilização dos ativos. Fizemos o evento do Planejamento Estratégico em São José do Rio Preto, no meio do caminho entre os dois polos produtivos da Usina Santa Adélia, porque conseguimos ir e voltar no mesmo dia, economizando hotel para 130 gestores, despesas com refeição. Caso contrário gastaríamos mais um dia, com ida e volta, reduzindo despesas.”, afirmou a gerente da Área de Excelência Empresarial e Suprimentos da Usina Santa Adélia, Edmara Marques Rodrigues da Silva.

Para o navegador Amyr Klink, o planejamento é a chave dos bons resultados

Planejamento, inovação, superação e liderança foram os ingredientes da palestra do navegador Amyr Klink. Ele falou às lideranças da Usina Santa Adélia 35 anos após cruzar Atlântico Sul em cem dias, num barco a remo com 5,95 metros de extensão. A viagem de quase sete mil quilômetros começou em Luderitz, na Namíbia, e terminou na Praia da Espera, em Itacimirim, próximo a Salvador.
Em 1989, viajou sozinho de Paraty à Antártica com o veleiro Paratii. Klink ficou na região durante um ano, depois foi até o Polo Norte e voltou ao ponto de partida. O navegador também fez duas viagens de circum-navegação da Terra.

“Eu viajei antes das transformações tecnológicas, não havia equalização, telefonia por satélite, tive que me tornar um rádio operador internacional, fiz curso, tirei carteira de capitão amador, aprendi trigonometria esférica para calcular a minha posição pelos astros. Era uma época muito precária em termos de navegação”.
“Eu aprendi a navegar na rua e não no mar, por ter medo e ainda temor ao mar, por isso faço barcos bem-feitinhos. Eu não perdi o medo, eu simplesmente aprendi a conviver com ele”, conta o navegador.

“Pesquisei muitas coisas, técnicas de alimentação, vi que remadores tinham tentativas de encurtar caminho, mas que acabaram levando a correntes contrárias. Levei água para 106 dias e alimentos para 120. Tive que fazer estimativa, porque teria que levar tudo no barco, não poderia fazer água por dessalinização, por meio de osmose reversa”.

Na palestra, Amyr Klink trouxe um assunto imprescindível para o sucesso das organizações: o planejamento, traçando um panorama entre sua trajetória e o dia a dia de uma empresa. “No mar não pode haver falhas de planejamento, senão você morre”, sintetizou, afirmando o que pode ser o destino de muitas organizações que não se preocupam com o futuro.

Depois de muitas tentativas, ele conta que sua primeira grande viagem, a travessia a remo da África ao Brasil, só começou a tomar forma de verdade quando ele resolveu fazer um plano. O processo todo levou dois anos, e a viagem acabou sendo bem-sucedida. “A beleza de fazer um plano é que você começa a acreditar que coisas impossíveis são perfeitamente possíveis. Quando a viagem acabou, eu estava feliz, porque tinha executado o meu plano. Era tão legal cumprir um plano, as pessoas fazem tantos que não cumprem”, conta.

Ao longo dos anos e das novas viagens que fez, ele conta que sua visão sobre o planejamento foi mudando. “Hoje eu sei que planejamento é estar preparado para mudar o roteiro da viagem a cada 30 minutos e que a propriedade genuína que a gente adquire ao longo da vida são as experiências que a gente constrói.”

No mundo dos negócios, ele conta que mudou a visão sobre sua área de atuação também. “Nosso negócio é ser provedor de experiências únicas no mar, não é construir nem guardar barcos”.

Disse também que no mar há procedimentos de segurança, planejados com antecedência, para qualquer tipo de situação. Da experiência de exímio navegador, ele anotou um importante aprendizado dos “viajantes do mar”, que pode ser aplicado em qualquer plano de gestão estratégica. “Depois das viagens, com suas inúmeras tormentas e desafios, o legado mais importante são as anotações feitas nos diário de bordo, que possibilitam para outras viagens, a identificação de falhas e oportunidades de suas correções”.

Amyr Klink, que também é empreendedor na área de construção de barcos, o palestrante elegeu a disciplina como um item importantíssimo no âmbito da gestão.

Um brinde aos bons resultados conquistados nesta safra.

As lideranças reunidas no encontro de São José do Rio Preto brindaram os bons resultados da safra e imprimiram suas assinaturas em um banner com o logotipo da empresa e a inscrição: “Orgulho de ser Santa Adélia”, que foi também o tema do encontro.

Onze colaboradores definiram o que é uma excelente empresa para se trabalhar

By Carta Eletrônica

As pessoas estão no centro da estratégia da Usina Santa Adélia. A empresa ouviu onze colaboradores, todos expressaram o que, em sua opinião, faz de uma organização uma excelente empresa para se trabalhar.

São eles: Renata Delmore Bechara, enfermeira do Trabalho Líder; Tainara Ribeiro Savan, aprendiz da Área de Compras; Francisco Gomes dos Santos Neto, aprendiz Agrícola; Carlos Roberto Ferreira, supervisor de Facilities; Sérgio de Paula Eduardo, gerente de Planejamento, Controle e Tecnologia Agrícola; Jéssica dos Santos de Freitas, analista de Controle de Qualidade; Caio José de Almeida, trainee Agrícola; Almir Rogério Barboza, operador de Máquinas Agrícolas III; Rafael Oliveira da Silva, controlador de Tráfego; Maricelia Santos Cortes, auxiliar de Limpeza e Edimar Viana da Silva, caldeireiro e soldador Automotivo.

Para o navegador Amyr Klink o planejamento é a chave dos bons resultados

By Carta Eletrônica

Planejamento, inovação, superação e liderança foram os ingredientes da palestra do navegador Amyr Klink. Ele falou às lideranças da Usina Santa Adélia 35 anos após cruzar Atlântico Sul em cem dias, num barco a remo com 5,95 metros de extensão.

A viagem de quase sete mil quilômetros começou em Luderitz, na Namíbia, e terminou na Praia da Espera, em Itacimirim, próximo a Salvador.

Em 1989, viajou sozinho de Paraty à Antártica com o veleiro Paratii. Klink ficou na região durante um ano, depois foi até o Polo Norte e voltou ao ponto de partida. O navegador também fez duas viagens de circum-navegação da Terra.

“Eu viajei antes das transformações tecnológicas, não havia equalização, telefonia por satélite, tive que me tornar um rádio operador internacional, fiz curso, tirei carteira de capitão amador, aprendi trigonometria esférica para calcular a minha posição pelos astros. Era uma época muito precária em termos de navegação”.

“Eu aprendi a navegar na rua e não no mar, por ter medo e ainda temo ao mar, por isso faço barcos bem-feitinhos. Eu não perdi o medo, eu simplesmente aprendi a conviver com ele”, conta o navegador.

Pesquisei muitas coisas, técnicas de alimentação, vi que remadores tinham tentativas de encurtar caminho, mas que acabaram levando a correntes contrárias. Levei água para 106 dias e alimentos para 120. Tive que fazer estimativa, porque teria que levar tudo no barco, não poderia fazer água por dessalinização, por meio de osmose reversa”.

Na palestra, Amyr Klink trouxe um assunto imprescindível para o sucesso das organizações: o planejamento, traçando um panorama entre sua trajetória e o dia a dia de uma empresa. “No mar não pode haver falhas de planejamento, senão você morre”, sintetizou, afirmando o que pode ser o destino de muitas organizações que não se preocupam com o futuro.

Depois de muitas tentativas, ele conta que sua primeira grande viagem, a travessia a remo da África ao Brasil, só começou a tomar forma de verdade quando ele resolveu fazer um plano. O processo todo levou dois anos, e a viagem acabou sendo bem-sucedida. “A beleza de fazer um plano é que você começa a acreditar que coisas impossíveis são perfeitamente possíveis. Quando a viagem acabou, eu estava feliz, porque tinha executado o meu plano. Era tão legal cumprir um plano, as pessoas fazem tantos que não cumprem”, conta.

Ao longo dos anos e das novas viagens que fez, ele conta que sua visão sobre o planejamento foi mudando. “Hoje eu sei que planejamento é estar preparado para mudar o roteiro da viagem a cada 30 minutos e que a propriedade genuína que a gente adquire ao longo da vida são as experiências que a gente constrói.”

No mundo dos negócios, ele conta que mudou a visão sobre sua área de atuação também. “Nosso negócio é ser provedor de experiências únicas no mar, não é construir nem guardar barcos”.
Disse também que no mar há procedimentos de segurança, planejados com antecedência, para qualquer tipo de situação. Da experiência de exímio navegador, ele anotou um importante aprendizado dos “viajantes do mar”, que pode ser aplicado em qualquer plano de gestão estratégica. “Depois das viagens, com suas inúmeras tormentas e desafios, o legado mais importante são as anotações feitas nos diário de bordo, que possibilitam para outras viagens, a identificação de falhas e oportunidades de suas correções”.

Amyr Klink, que também é empreendedor na área de construção de barcos, o palestrante elegeu a disciplina como um item importantíssimo no âmbito da gestão.

A Segurança como valor: “é preciso escolher entre a disciplina e o arrependimento”

By Carta Eletrônica

Cuidar genuinamente é um dos hábitos centrais que fundamentam o Planejamento Estratégico 2020-2030 da Usina Santa Adélia. Garantir condições de segurança no trabalho, assumindo que os esforços produtivos estejam sustentados a padrões rigorosos de respeito a saúde e vida das pessoas, que são os bens maiores da empresa, lideranças e liderados, expressa a Segurança do Trabalho como um valor para a empresa.

Os gerentes Paulo C. Rocha Costa Pimenta, de SSMA; Sandro Rogerio de Souza, de Produtividade Agrícola; Carlos Soldi, da Tecnologia da Informação e Marcelo Galbiati, do Departamento Jurídico falaram sobre o engajamento com a Segurança do Trabalho.

“Nos aspectos relacionados à saúde e segurança, todos cuidam de todos. Em primeiro lugar, eu cuido de mim mesmo. Antes de realizar uma atividade, paro, penso e prossigo com segurança. Eu cuido do outro, tenho coragem, ao identificar uma situação insegura, abordo a pessoa e salvo uma vida. Mas eu também me deixo cuidar, permitindo que a preocupação demonstrada pelo outro supere minhas convicções”.

“É preciso ter Ética e Integridade em todos os nossos mundos”, destaca Presidente do Conselho de Administração

By Carta Eletrônica

A integridade e a ética são valores fundamentais para a Usina Santa Adélia. São pilares que nos orientam e que determinam nossas relações internas e externas, nos fazem honrar compromissos assumidos, independentemente de seus custos. O presidente do Conselho de Administração da empresa, professor José Paschoal Rosseti fez uma palestra engajando as lideranças da importância desse comportamento.

Professor Rosseti baseou sua fala nos conceitos da filosofia clássica e também utilizou exemplos da vida cotidiana para ilustrar a escolha pela ética. Defendeu o berço familiar como elemento determinante da construção da conduta ética de cada indivíduo: “é no berço que a ética deixa de ser abstrata e passa a ser uma construção que, dia a dia, terá valor concreto, semelhante ao de um alicerce. Os elementos desse alicerce serão lições advertências, repreensões e, principalmente exemplos. Tudo que se construirá em seguida poderá ser mantido ou modificado, mas em uma construção o mais difícil é destruir o alicerce, especialmente se esse alicerce for profundo e robusto”, afirmou.

Ética e integridade

Em todos os mundos que vivemos: privado, familiar, escolar, das relações sociais, do trabalho, dos negócios, das entidades de classe, econômico, político, das crenças, das ideologias e até no mundo institucional, das leis é preciso agir com ética e integridade.

“A integridade ética é plena se atender à totalidade dos muitos mundos em que interagimos, é uma construção e também uma escolha consciente”, alertou o professor Rosseti.

O palestrante salientou o valor estratégico da ética no mundo dos negócios, como alma e DNA do caráter de uma empresa: “É contagiante, agrega valor, gera riquezas. Estende-se às cadeias de fornecedores e aos quadros funcionais da empresa do topo ao “chão de fábrica” e transfere-se para os produtos finais gerados. Gera confiabilidade, credibilidade, é percebida pelos clientes finais. Atua como ensinamentos e exemplos que são sintetizados em códigos corporativos de conduta. Justifica as consequências das transgressões às regras do jogo e cria as condições para a perpetuidade do negócio”, finalizou.

Os valores norteiam os comportamentos de todos os que atuam na empresa.
Os hábitos garantem a execução da estratégia empresarial e refletem seus valores e precisam ser vividos todos os dias.

Usina Santa Adélia une lideranças em torno do Planejamento Estratégico da década

By Carta Eletrônica

Encerrando uma safra com resultados expressivos e com recordes de produtividade, a Usina Santa Adélia reuniu no dia 11 de dezembro, 130 líderes, dentre eles, diretores, supervisores e coordenadores para engajamento do Planejamento Estratégico que vai direcionar os esforços da organização nos próximos 10 anos.

O encontro aconteceu em São José do Rio Preto, marco da metade do caminho entre os dois polos produtivos da Usina Santa Adélia: Jaboticabal e Pereira Barreto.

O planejamento é o senso de direção para que a empresa cumpra sua missão de produzir alimentos agroindustriais e energia de fontes renováveis, com padrões rigorosos de qualidade e de sustentabilidade. O Planejamento estratégico identifica objetivos, táticas e metas que permitem à empresa mensurar seu desempenho para alcançar os objetivos. Auxilia os administradores no processo de decisão.

A mensagem do evento foi clara: os gestores devem reservar em suas agendas tempo para disseminar e acompanhar o cumprimento da estratégia traçada junto aos colaboradores. Reservando tempo para corrigir desvios e colocar o avião USA na rota definida para atingir o destino, a aspiração. Assim, o time saberá o destino e à medida que o percurso for trilhado, as pessoas serão reconhecidas por seu engajamento. Como resultado, os funcionários sentirão orgulho em pertencer a empresa que sabe onde quer chegar e que acima de tudo Valoriza a Operação para Atingir Resultados.

Foco

A empresa avança para a filosofia Lean, e, recentemente foi reconhecida por um veículo da mídia especializada no setor sucroenergético como uma “Usina quase Japonesa pela gestão focada na redução dos sete desperdícios (super-produção, tempo de espera, transporte, excesso de processamento, inventário, movimento e defeitos).

O foco está mesmo na produtividade do canavial e na eliminação de desperdícios, e na conquista de menores custos de produção.

Os gestores da Usina Santa Adélia reconhecem que, eliminando esses desperdícios, a qualidade melhora e o tempo e custo de produção diminuem. As ferramentas “lean” incluem processos contínuos de análise (kaizen), produção kanban e adoção de processos à prova de falhas. Um trabalho realizado por pessoas com orgulho de pertencer à organização.