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Venda de etanol é recorde na região Centro-Sul

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A comercialização de álcool somou 1,79 bilhão de litros em dezembro na região centro-sul, 25% mais do que em igual período anterior.

Para a Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), os preços favoráveis do derivado de cana impulsionaram as vendas. O valor médio atual do etanol no país corresponde a 65% do da gasolina. Dependendo dos modelos de carro, a utilização do álcool é favorável até uma paridade de 73%.

Desde o início da safra, em abril passado, as vendas de etanol já somam 23,1 bilhões de litros no centro-sul. Desse volume, 16,2 bilhões foram de etanol hidratado.

 

Fonte: Folha de S. Paulo

Carro elétrico ou a etanol? A contribuição de cada um para o clima

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A busca por alternativas sustentáveis para a mobilidade urbana, diante da necessidade de reduzir emissões de gases de efeito estufa (GEE), tem sido um tema frequente nas discussões sobre a transição energética do planeta. A matriz energética dos transportes, dominadas há mais de um século pelos combustíveis derivados do petróleo, está em franca diversificação. Nesse debate, os carros elétricos têm sido apontados como a próxima revolução, mas o papel dos biocombustíveis precisa ser enfatizado como uma solução pronta e acessível para contribuir essa transição.

Essa é a posição que tem sido defendida por um contingente expressivo de pesquisadores e organismos internacionais. “Existe uma tendência de se orientar a mobilidade para fontes de energia elétrica, mas não podemos tratar essa alternativa como se fosse uma solução mágica”, afirma o professor Luiz Augusto Horta Nogueira, associado do Nipe/Unicamp e atualmente pesquisador visitante na Irena – Agência Internacional de Energias Renováveis, associada à Organização das Nações Unidas, com base em Bonn, Alemanha.

Também a Agência Internacional de Energia (AIE), em seu último relatório, divulgado este mês, aponta para a contribuição do etanol para as metas de descarbonização. “Espera-se que o RenovaBio (programa governamental brasileiro de incentivo ao etanol) fortaleça a economia dos biocombustíveis, acelerando os investimentos e a produção”, afirma o documento. Em outro trecho, afirma-se que a China estenderá para todo o país a mistura obrigatória de 10% de etanol na gasolina, visando maior segurança energética, mas que tem o controle da poluição do ar como incentivo adicional. Até 2020, a política de biocombustíveis recentemente anunciada na Índia também resultará em aumento de produção.

 

Frota de carros elétricos avança em marcha lenta

Pesquisador com mestrado e doutorado em Engenharia, Horta Nogueira tem estudado o advento dos carros elétricos nos últimos 20 anos. “Vivemos 100 anos com um padrão de geração de energia em larga escala, baseada no petróleo, mas hoje convivemos com uma série de revoluções tecnológicas que estão nos trazendo transições simultâneas”, disse ele em entrevista ao site da Copersucar. “Na Europa, cuja frota de veículos só é menor que a dos Estados Unidos, temos o incremento dos carros elétricos, mas, visto de perto, percebemos que ainda é marginal. A Europa vende anualmente 14 milhões de veículos e, desse total, apenas 1,8% referem-se a elétricos, incluído os híbridos (que funcionam tanto a combustível líquido quanto a energia elétrica)”.

Mesmo sendo uma tendência, o carro elétrico segue em marcha lenta, segundo reportagem do jornal Valor Econômico assinada por Paulo Vasconcellos, no último 30 de agosto. “O estudo ‘Carros Elétricos’, publicado pela FGV Energia no ano passado, aponta que a frota mundial de carros elétricos para passageiros chegou a 2 milhões em 2016. Em 2030 talvez sejam 140 milhões, ou 10% da frota mundial. A Empresa de Pesquisa Energética estima que, no Brasil, até 2026, seriam 520 mil – 1% da frota de veículos do país. Hoje, mal passam dos 300”, relata a reportagem. Considerando os carros híbridos, a frota eletrificada atual chegaria a cerca de 10 mil, de acordo com os números do Denatran.

Pesam ainda contra os carros elétricos as barreiras estruturais não resolvidas, como o alto custo, o muito peso e a baixa densidade energética das baterias, a pouca autonomia de rodagem e a fonte da energia elétrica a ser utilizada (que também pode ser poluente), além da precária rede de abastecimento. Questões que, segundo os defensores, serão resolvidas com o barateamento da tecnologia ao longo do tempo.

 

Brasil na vanguarda de combustíveis limpos e renováveis

Se tratando de combustíveis limpos e renováveis, o Brasil leva uma grande vantagem, pois é o maior produtor mundial de etanol a partir da cana-de-açúcar – foram 27,9 bilhões de litros na Safra 2017/2018. Essa é uma matriz energética disponível, renovável, sustentável e limpa. “Mesmo os híbridos movidos a células de combustível podem usar o etanol em substituição ao hidrogênio para gerar eletricidade”, explica a doutoranda no MIT Portugal e Pesquisadora Associada na FGV Energia, Tatiana Bruce.

O Brasil conta, ainda, com 30 milhões de veículos flex em circulação, que rodam com etanol ou gasolina, o que corresponde a 70% do total da frota de 43 milhões de carros e veículos comerciais leves, segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Desde 2003, ano da introdução da tecnologia flex no Brasil, o uso do etanol proporcionou uma redução de 500 milhões de toneladas de CO2 que deixaram de ser jogados na atmosfera, até setembro deste ano, o que revela uma enorme contribuição para a qualidade do ar e a redução do aquecimento global, segundo dados divulgados pela UNICA – União da Indústria da Cana-de-açúcar.

O Etanol ainda é a solução energética para os próximos anos

Outros argumentos que reforçam a solução representada pelo etanol é a longevidade ainda prevista para os motores a combustão. “A transição para a bateria não será imediata, porque não há motivo para tirar do mercado os motores a combustão. Qualquer previsão inferior a 40 ou 50 anos para o fim do motor a combustão é desprovida de racionalidade”, afirma o professor Horta Nogueira.

Em recente seminário organizado pela consultoria Datagro, em São Paulo, representantes da indústria automobilística também fizeram a defesa enfática do etanol. Ricardo Simões de Abreu, diretor da Mahle Metal Leve, disse que “o caminho da eletrificação da mobilidade urbana adotado no exterior dificilmente será eficiente no Brasil, graças à disponibilidade do etanol”. João Irineu Medeiros, diretor de Assuntos Regulatórios da Fiat Chrysler, garantiu que o etanol ainda terá “vida longa”. “Em 2018, o etanol irá responder por 30% dos combustíveis utilizados pela frota de veículos leves no Brasil”, afirmou.

 

Híbridos flex, nova fronteira

Ainda segundo Ricardo Abreu, “integrar eletrificação com biocombustíveis no transporte de passageiros pode ser um novo vetor de desenvolvimento, com redução das emissões”. Ele se refere à combinação das duas tecnologias, presentes nos chamados carros híbridos. Horta Nogueira explica que um automóvel típico hoje tem um motor com mais de 100 HP, mas raramente utilizamos essa potência. O normal é utilizar em torno de 15% dessa força. O híbrido combina o motor a combustão quando se está nessa base de utilização e o elétrico quando se demanda mais força. “Essa flexibilidade é ainda maior quando se considera o motor a etanol, ou o flex. Híbridos com célula de combustível podem ser ainda mais eficientes, gerando a energia elétrica no próprio veículo, sem necessidade de bateria –  principalmente se tivermos como fonte o etanol”, completa.

Com a convergência das tecnologias limpas, resta um consenso entre os estudiosos e ambientalistas: a substituição dos combustíveis fósseis pelos biocombustíveis renováveis é uma medida indispensável para enfrentar o cenário de mudanças climáticas, aquecimento global e poluição atmosférica. “O RenovaBio não pode ser enfraquecido. O avanço do etanol é sobre os combustíveis fósseis”, defende o diretor de redação do portal novaCana, Julio Cesar Vedana. Horta Nogueira recorre ao cientista José Goldemberg para lembrar que, no transporte, “temos que substituir o fóssil pelo etanol de cana, que é a solução mais rápida e eficiente”.

 

Fonte: Copersucar.

Consumo de etanol hidratado até novembro é o maior dos últimos anos

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O consumo de combustíveis do Ciclo Otto em novembro de 2018 teve um aumento de 1,85% em relação a 2017, de acordo com os dados sobre a demanda de gasolina e etanol (convertido em gasolina equivalente) da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Enquanto em novembro de 2017 foram contabilizados 4,38 bilhões de litros totais, neste ano a quantia chegou a 4,46 bilhões. Já na comparação mês a mês, o consumo total de novembro diminuiu 1,09% em relação a outubro, quando foram consumidos 4,51 bilhões de litros. O acumulado do ano até o mês segue a mesma linha, diminuindo 3,39% em relação ao ano anterior – 48,88 bilhões de litros em 2017 contra 47,22 bilhões em 2018.

Na comparação ano a ano, o consumo de etanol hidratado também registrou alta. Em novembro, ele representou 30,84% da preferência dos consumidores, com o consumo de 1,94 bilhão de litros – queda de 5,72% frente aos 2 bilhões de litros vistos em agosto e aumento de 45,37% ante o 1,34 bilhão de litros de novembro de 2017.

No acumulado do ano, as vendas de etanol subiram 42,72% e alcançaram 17,33 bilhões de litros – o maior volume desde 2010. Já as de gasolina registraram um aumento de 9,69% e somam 34,97 bilhões de litros.

 

Fonte: Nova Cana.

Soluções biológicas em sinergia com químicos ganham espaço nos canaviais e estimulam crescimento das planta

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Após anos de pesquisa em parceria com a Embrapa, BASF aposta em uma tecnologia que vai além do combate a pragas e doenças ao unir o uso de defensivos químicos e biológicos nos canaviais, favorecendo o desenvolvimento das plantas e dando proteção fitossanitária.

 

Blindar a plantação de cana-de-açúcar contra as pragas e doenças típicas da cultura é o primeiro passo para garantir um bom rendimento do canavial. Para isso, é preciso construir um bom alicerce, ou seja, oferecer todas as condições para o desenvolvimento de uma planta com bom potencial produtivo.

Embora o uso de produtos químicos inovadores possa trazer ganhos expressivos de produtividade, a sua utilização em conjunto com opções biológicas pode alavancar ainda mais a produtividade. Isso se tornou possível porque investimentos em pesquisa científica no segmento de soluções biológicas aumentaram nos últimos anos, atendendo uma nova demanda do mercado e exigências de sustentabilidade.

De acordo com o gerente técnico da BASF, André Luiz Mattiello, o avanço nas tecnologias de desenvolvimento de soluções biológicas viabiliza a utilização em larga escala e em conjunto com produtos químicos. Ele explica que ambas as alternativas podem ser utilizadas em conjunto para obter uma planta saudável e com bom ritmo de crescimento e produtividade.

Pesquisa e inovação

Segundo o especialista em desenvolvimento técnico de produtos da BASF, Daniel Medeiros, o caminho a se seguir é similar ao que foi traçado pelos produtores de soja no Brasil. “Um dos grandes saltos de produtividade que a cultura da soja teve foi quando foi descoberto o agente biológico de fixação de nitrogênio; hoje, ninguém mais planta sem fazer a inoculação”, recorda.

De acordo com ele, a parceria entre as instituições criou uma alternativa biológica que alcançou resultados impressionantes, pois, além de complementar o defensivo químico, também otimiza o manejo no combate a vários inimigos da plantação – e o segredo estava em uma bactéria descoberta no Brasil. Graças a isso, a BASF lançou uma solução chamada Muneo BioKit, que procura aliar o combate de pragas à promoção de um crescimento saudável e natural do canavial, unindo tratamentos biológicos e químicos.

Recomendado para aplicação durante o plantio da cana, segundo Mattiello, o Muneo BioKit é uma proposta totalmente nova no mercado; e não apenas na cana, mas de maneira geral. “É uma solução que combate tanto pragas como doenças e também atua com alguns aspectos sobre fisiologia vegetal e fixação biológica de nitrogênio, que vai acontecer de maneira microbiológica através de uma associação entre o sistema radicular das plantas e as bactérias diazotróficas, fixadoras de hidrogênio”.

Os resultados observados durante as fases de teste do produto surpreenderam o gerente técnico: “Maior velocidade de brotação, vigor no enraizamento, aumento na defesa da planta e aproveitamento do nitrogênio, tanto pelos benefícios gerados pelos produtos químicos quanto pela fixação biológica do nitrogênio envolvida com as bactérias”.

Praticidade e economia

Além disso, segundo Daniel Medeiros, a novidade agrega simplicidade na aplicação e no plantio com apenas duas embalagens de produto – metade do que a maioria dos produtores utiliza atualmente, o que resulta em melhor logística e em ganho operacional.

“Temos um alicerce bem estruturado. A cana vai vir bonita, o canavial fica com um arranque inicial mais rápido e maior enraizamento, mas também mostra um desenvolvimento melhor da parte aérea”, disse Medeiros, completando: “Percebemos também um número maior de perfilhos por metro quadrado, um canavial mais bem formado, com uma uniformidade maior entre as plantas e um potencial produtivo muito maior”.

 

Fonte: Nova Cana.

Todos contra a Dengue: Usina Santa Adélia promove o dia D!

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Na manhã do dia 18 de dezembro, as três unidades do grupo Santa Adélia vestiram a camisa do programa 5S e se mobilizaram no dia D. Cada time teve seu representante, o qual foi responsável por vistoriar o setor e eliminar todos os criadouros de mosquito da Dengue existentes na empresa. Mas os representantes não se acomodaram apenas em vistoriar sua área e apoiaram também outros locais.

Parabéns a todos os envolvidos, seguimos juntos na luta contra a Dengue!

Usina Santa Adélia marca presença em evento promovido pelo SENAC

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A consultora de Excelência Empresarial, Flaviane Carbone Castro, representou a Usina Santa Adélia no evento Círculos da Qualidade – Ferramentas de Gestão e seus Benefícios para a Competitividade Empresarial, promovido pelo Senac de São José do Rio Preto no dia 12 de dezembro.

O encontro foi composto por três empresas que compartilharam suas experiências sobre a implementação das ferramentas de gestão da qualidade  para os alunos de pós-graduação em Sistemas de Gestão Integrados e também para algumas empresas parceiras da instituição de ensino.

A Santa Adélia apresentou a ferramenta PDCA – Aprendendo a Enxergar e Eliminar os Desperdícios abordando a trajetória da organização na capacitação das pessoas e a evolução da aplicação da ferramenta como uma cultura de Resolução dos Problemas.

Usina Santa Adélia promove campanha do Natal Solidário

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Ontem a Usina Santa Adélia concluiu mais uma edição da campanha Natal Solidário, nas três unidades do grupo. Os presentes arrecadados pelos colaboradores da empresa foram entregues para cerca de 300 integrantes de instituições e/ou projetos sociais, sendo crianças, adolescentes e idosos das cidades de Guariba, Ilha Solteira, Jaboticabal, Pereira Barreto, Sud Mennucci e Taquaritinga.

 

Atitudes como essas nos revigoram para iniciar 2019 com o pé direito. Nosso muito obrigado para todos que apoiaram e contribuíram para o sucesso desta campanha.

Usina Santa Adélia Pioneiros é homenageada por seu compromisso com o controle das moscas do estábulo.

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No início de dezembro, a Usina Santa Adélia de Pioneiros recebeu uma homenagem da Câmara Municipal de Sud Mennucci pelo seu comprometimento ao combate à mosca-de-estábulo. A Prefeitura alegou que as ações da empresa contribuíram para o bem estar da população de toda esta região.

Parabéns ao time de Fertirrigação pelo empenho e compromisso para que este excelente resultado fosse alcançado.

Trainees participam de mais um encontro!

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O Programa Trainee da Usina Santa Adélia segue a todo vapor. No último dia 27, todos os trainees da organização se reuniram em mais um encontro para realização de um módulo do Liderança com Excelência – programa que tem como foco a capacitação intensiva de nossos líderes.

Por meio de prática e teorias, nossos profissionais recém-formados falaram sobre a importância de uma boa comunicação. O conteúdo foi ministrado pela analista de Recursos Humanos, Cássia Garcia Oliveira. Este tipo de ação reforça o quanto a Santa Adélia se preocupa com a trilha de carreira que cada um destes jovens pode traçar, em diferentes áreas da empresa.

SIPAT 2018!

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A conscientização sobre a segurança no trabalho, o alerta e o empenho na redução dos riscos no ambiente organizacional são aspectos valorizados pela Santa Adélia. Ações desenvolvidas durante todo o ano visam assegurar a saúde de seus colaboradores.

Em mais uma Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – SIPAT, a Usina Santa Adélia proporcionou, para aproximadamente 850 pessoas, palestras educacionais e preventivas sobre diferentes temas, como combate ao Câncer de Próstata, Qualidade de Vida e Riscos no Ambiente de Trabalho.